Um encontro em Pequim
Quatro dias de maio para a exibição de tecnologias de áudio e iluminação mais importante da China
Aí vem a nova edição da Palm Expo. Entre os dias 20 e 23 de maio, no China International Exhibition Center, de Pequim – um lugar maior e com assistência tecnológica melhor que o Salão de Exposições Municipal, utilizado na edição 2009 –, o evento deste ano promete surpreender os visitantes.
Em sua 19ª edição, a feira continua sendo uma plataforma de lançamento para milhares de marcas e profissionais da indústria de áudio visual, tanto orientais, quanto ocidentais, que pretendem ganhar um espaço no colossal mercado chinês e asiático. Desta vez, a Palm quer mostrar que a China possui uma das indústrias de entretenimento com maior projeção mundial, liderando o crescimento global do setor, que aumenta em cerca de 10% ao ano, conforme afirma a Research and Markets.
Crescimento contínuo
No ano passado a feira conseguiu duplicar sua quantidade de participantes, superando 60 mil presentes, assim como desmistificar alguns preconceitos sobre a qualidade e variedade, supostamente limitada, dos produtos de origem chinesa. De fato, na indústria musical, boa parte das grandes marcas de instrumentos possui filial chinesa ou oriental, que geralmente produzem os modelos econômicos dentro das linhas de produção da empresa.
Como todos os anos, a Palm Expo possibilitará o contato entre importantes nomes da tecnologia fabricada na Ásia, como a ProAudioAsia, World AV, Teca, Install China; contando com a infra-estrutura e logística cedida pela Sure e MondoDR, entre outros.
A Palm Expo se auto-intitula como uma feira de alternativas e de produtos alternativos, com “um formato de show que consegue atrair o tipo de cliente adequado”, conforme aponta o expositor Fred To, da Audiotechnik China.

Os produtores do evento não economizaram em ambientação e estrutura interna: os aparatos tecnológicos entre as paredes da Palm são surpreendentes, se equiparando às feiras americanas, e, inclusive, japonesas. A presença da legendária banda Queen na edição passada foi uma prova dessa ascensão, quando Brian May ressoou sua guitarra através de amplificadores de produção local.
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